Os donos da loja fecharam a mesma ao perceber que os trabalhadores, em sua maioria imigrantes, estavam se organizando a fim de reivindicar seus direitos e tornar públicas as inúmeras denúncias de condições inseguras de trabalho, assédio moral e sexual, e remuneração abaixo do mínimo estabelecido.
E, no entanto, estes mesmos trabalhadores já se mobilizavam desde o ano passado, quando se aproximaram da Central de Trabalhadores de Lavanderias, que os colocaram em um treinamento de oito meses, tratando de assuntos como leis trabalhistas, organizações sindicais e táticas de piquete, com o intuito de tornar os trabalhadores aptos a serem seus próprios coordenadores.
O piquete durou pouco mais de uma semana, e chamou a atenção do mundo todo, quando 23 trabalhadores imigrantes e de baixa renda de NYC tomaram uma loja pertencente a uma forte rede nacional, maquinada pelos interesses de seus proprietários. No dia 10 de setembro, novos donos compraram a loja e firmaram acordos com os trabalhadores, entrando em termos que as organizações seriam reconhecidas, as políticas salarias reavaliadas e a contratação de novos empregados se dará através dos próprios trabalhadores, empoderando-os.
E, no dia 1º de setembro último, houve uma projeção sobre a fachada com dizeres como "A perseguição à união é repugnante" e "Trabalhadores unidos jamais serão vencidos", demonstrando como tais ferramentas de tecnologia da informação e comunicação têm um enorme peso sobre as manifestações sociais atualmente, atraindo uma grande gama de atenção e repercussão.
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| Projeção de imagens com frases de apoio à luta, logo acima da fachada do Hot & Crusty. |
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| "We are NOT going away". |
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| "Quando os trabalhadores do Hot'n Crusty começaram a se organizar, seus chefes decidiram fechar as portas". |



Bem interessante!
ResponderExcluirSossai.